Os caminhoneiros são importantíssimos para a economia do país. São os responsáveis por transportar a maior parte das mercadorias produzidas no Brasil, seja para o consumo interno ou para a exportação. E, portanto, garantir a segurança de cargas deve ser uma das responsabilidades de qualquer profissional que ganhe a vida fazendo viagens de caminhão.

Afinal, é a integridade nas entregas que garante o pagamento e a boa reputação de um caminhoneiro. Mas há uma série de riscos e perigos no transporte de cargas que podem comprometer um frete. A violência, a negligência e a má conservação de estradas e dos veículos são as principais causas dessas ameaças.

Mas quais são elas e como fazer para ter viagens seguras, para o caminhoneiro e para a sua carga transportada? É exatamente sobre isso que vamos tratar neste artigo. Portanto, siga a sua leitura até o final e saiba tudo o que é necessário para garantir as suas entregas com tranquilidade!

O que ameaça a segurança das cargas?

Os caminhoneiros, mais do que ninguém, sabem das condições complicadas em que se encontram a maior parte das rodovias e estradas brasileiras. São problemas estruturais, má conservação do asfalto, trechos sem acostamento, esburacados e com perigo de deslizamentos.

Além disso, a violência que assola o país também influencia na segurança do freteiro, de seu veículo e da carga transportada. Como há muitas áreas de risco nas estradas (ermas e com pouca fiscalização), os caminhões acabam sendo, também, alvos desse problema social de tão difícil solução.

Mas há, ainda, outras questões que ameaçam a segurança da carga, como a negligência do transportador ou do embarcador. Abaixo, vamos falar um pouco sobre os problemas mais frequentes que comprometem a integridade das mercadorias transportadas. Conhecê-los é o primeiro passo para a prevenção. Confira:

Saques e furtos

Os saques e furtos são a subtração da carga sem que o responsável — o caminhoneiro, no caso — seja ameaçado ou sofra violência.

Os saques acontecem, geralmente, com o caminhão parado por conta de um acidente, seja uma colisão que impossibilite sua locomoção, seja um capotamento que derrube a carga. Em alguns casos, a própria saúde do caminhoneiro é deixada de lado pelos saqueadores, que preferem não chamar os serviços de emergência para poderem se apropriar do máximo da carga. Infelizmente, essas coisas acontecem com frequência.

Já o furto acontece quando a carga é retirada do caminhoneiro sem que ele perceba. O modo mais comum de ocorrência desse crime é por meio do furto do próprio caminhão lotado, em paradas pouco seguras nas ruas ou em estacionamentos afastados e desertos.

Roubos e assaltos

Já os roubos e assaltos ocorrem quando a apropriação da carga é feita colocando o caminhoneiro sob violência ou ameaça a sua vida ou integridade física. São situações das mais perigosas para o profissional freteiro, pois comumente a ação envolve indivíduos armados. Geralmente, os criminosos levam não só a mercadoria transportada, mas também o caminhão.

A ação de quadrilhas de roubo de carga é de conhecimento geral, assim como, a violência com que elas conduzem as suas ações. Por agirem baseadas no “elemento surpresa”, movimentando-se e procurando sempre os lugares e horários mais propícios para os seus golpes, a polícia tem bastante dificuldade em reprimi-las. O mais seguro, portanto, é evitar situações de risco.

Tombamentos

Outra situação muito perigosa para o caminhoneiro e que causa a perda de praticamente toda a carga é o tombamento. O tombamento ocorre quando o veículo não consegue manter a sua estabilidade, causando queda lateral. É mais frequente em caminhões baús e composições com implementos altos, como “cegonhas”.

Esse tipo de acidente acontece, geralmente, por conta da má conservação da pista, falta de sinalização nas curvas ou falta de manutenção no caminhão e, em menor número, por causa de uma eventualidade (animais ou pessoas na pista, sujeira, colisões laterais, deslizamento de terra ou erosão do asfalto).

Problemas no implemento

Problemas no implemento ou no engate da quinta roda também podem levar à perda da carga. Se a quinta roda não estiver bem conservada e engraxada, o esforço contínuo do peso pode levar à quebra dos pinos e travas, soltando o implemento.

Outros problemas de manutenção e operação do implemento, como falhas de fechamento das portas do baú, quebra de eixo, infiltrações ou problemas com a refrigeração podem, também, comprometer a integridade da carga.

Queda de carga

Problemas no embarcamento da carga, no seu acondicionamento e amarração podem levar a quedas, tanto dentro do caminhão ou do implemento, como na rua. Além de ser uma violação do código de trânsito, pois pode causar graves acidentes a outros motoristas e poluir a pista, causa perda parcial da mercadoria. É mais comum em cargas a granel, como alimentos ou materiais de construção.

Agora que já conhecemos os principais problemas que podem comprometer a integridade da carga transportada, causando prejuízos financeiros e à reputação do caminhoneiro e ainda colocando em risco a sua segurança, podemos pensar em formas de prevenção. No próximo tópico, trataremos desse assunto. Não deixe de ler!

Quais atitudes preventivas o caminhoneiro pode tomar?

A máxima “prevenir é o melhor remédio” cabe nas mais diversas situações e, quase sempre, acertadamente. Afinal, a prevenção, na maioria dos casos, é mais barata, exige menos esforço e traz bem menos dor de cabeça, já que o estresse do problema é evitado.

E com a segurança de cargas esse dito popular não poderia estar mais correto. Afinal, as situações que podem comprometer a mercadoria, além do prejuízo material e financeiro, oferecem riscos à saúde e à vida do caminhoneiro e dos outros motoristas.

Assim, tomar certas atitudes preventivas é essencial. Essas práticas devem ser conhecidas por todo freteiro, especialmente aqueles que fazem viagens longas, ficando longe das cidades e dirigindo por estradas menos movimentadas.

Portanto, confira abaixo algumas dicas de atitudes preventivas para tomar antes e durante suas viagens:

Adotar a direção defensiva

A direção defensiva ajuda a evitar acidentes e quebras mecânicas, diminui o consumo de combustível e o desgaste das peças e pneus do veículo, além de evitar multas. Só por isso, já era para ser adotada por todos os motoristas, inclusive e, principalmente, pelos caminhoneiros.

Mas também ajuda a conservar o implemento, diminui o impacto na quinta roda e mantém a carga presa e acondicionada de maneira correta, evitando desperdícios e prejuízos. Por outro lado, dá mais espaço e maior tempo para a reação do caminhoneiro para evitar colisões e tombamentos, que deixam a carga e o veículo vulneráveis à ação de criminosos.

Respeitar os limites do veículo

O transporte de carga superior à capacidade do caminhão — a lotação — é extremamente perigoso, colocando em risco não só a carga, mas também o próprio caminhoneiro e o veículo. Isso porque o peso excessivo força os componentes mecânicos além de suas capacidades, fazendo com que peças possam quebrar (transmissão, suspensão, eixos, bielas do pistão), o motor superaqueça e os freios percam sua eficiência.

Dessa forma, o caminhão pode parar a qualquer momento, tornando-o um alvo fácil para saqueadores e assaltantes. Além disso, o excesso de carga é considerado infração de trânsito, pois aumenta a poluição, dificulta o desempenho do caminhão em subidas e põe em risco a segurança de todos.

Usar o implemento adequado

Para que não haja problemas com a queda de carga ou danos por mau acondicionamento, o implemento adequado ao serviço deve ser utilizado, tanto em relação a sua função, como em tamanho.

Com o implemento errado, será impossível fazer a amarração correta da carga, protegê-la da chuva, do vento ou de furtos e, especialmente no transporte de carga perigosa ou viva, conter a contaminação da pista e do meio ambiente.

Parar somente em locais seguros

Em viagens mais longas, não é recomendado que o caminhoneiro passe muitas horas dirigindo sem parar. Isso pode causar sonolência e cansaço, que diminuem a capacidade de reação e modificam o raciocínio lógico. Mas, para evitar problemas com a carga, principalmente roubos e furtos, é preciso parar em locais seguros.

Geralmente, postos de combustível nas estradas possuem pontos de parada, inclusive, para pernoite. Apesar de serem disputados, a aglomeração de outros caminhoneiros torna a estadia mais segura.

Não dar carona ou parar para ajudar

Infelizmente, ajudar pessoas na estrada pode custar caro ao caminhoneiro. Criminosos frequentemente utilizam crianças, mulheres e idosos pedindo ajuda como “iscas” para praticar assaltos ou golpes. Ao parar o caminhão, a abordagem é feita por indivíduos armados. Em outra versão do crime, o motorista é abordado dentro da cabine ou drogado em uma parada pelo caronista.

Portanto, o ideal é avisar as autoridades, seja a polícia rodoviária responsável ou a concessionária da rodovia, de que há pessoas paradas no acostamento e em qual quilômetro. Se for um caso real de necessidade, são os órgãos mais indicados para ajudar.

Formar comboios

Uma medida que muitos caminhoneiros têm tomado é a organização de comboios com outros colegas para completar uma viagem ou simplesmente passar por trechos de maior risco.

Assim, se algo acontecer a um dos caminhões, como uma falha mecânica, um pneu estourado ou um problema com a carga, os outros caminhoneiros podem ajudar para que o problema seja resolvido mais rápido, dividindo a carga para retirá-la do local, improvisando um reboque ou mesmo auxiliando na segurança até a chegada do socorro. Afinal, um caminhoneiro sozinho é alvo fácil para assaltantes, mas com dois ou três a mais, a dificuldade aumenta para os criminosos.

Ter cuidado ao usar o acostamento

São comuns os golpes para forçar a parada de veículos no acostamento para facilitar o roubo. Os criminosos utilizam pedras no meio da pista e jogam objetos e sujeira contra o para-brisa para que, com o susto ou a avaria, o caminhoneiro encoste no acostamento.

Caso seja vítima de um desse golpes, não pare imediatamente. Rode com o caminhão, mesmo avariado, por mais alguns quilômetros e só então pare para pedir socorro, de preferência, em um local seguro. O caminhão é projetado para andar por um tempo mesmo que um pneu tenha sido danificado ou o para-brisa tenha trincado.

Conferir o acondicionamento da carga

Para evitar problemas como queda na via ou avarias na mercadoria transportada, é importante que o caminhoneiro acompanhe o embarcamento e certifique-se de que o acondicionamento e a amarração da carga estão corretos. Esse procedimento é imprescindível para a segurança no transporte de cargas, para que o caminhão não precise parar para arrumação.

Como pudemos perceber, evitar problemas no caminhão é uma das formas mais eficazes de manter a segurança da carga, pois dificulta a ação de criminosos e as avarias nas mercadorias. Então, quais são os principais fatores mecânicos que podem parar um caminhão no meio de uma viagem? Vamos falar sobre isso no tópico seguinte.

Que fatores mecânicos devem ser levados em conta?

Para deixar seu caminhão em dia e evitar problemas mecânicos nas viagens, que podem forçar uma parada em um local de risco, é preciso fazer a manutenção preventiva. Afinal, diversos são os componentes que, ao falharem, podem comprometer a continuação da viagem.

Por isso, é importante que as revisões sejam feitas no tempo certo, bem como as trocas das peças desgastadas. O caminhoneiro não deve, jamais, tentar economizar trocando a qualidade por um suposto desconto, preferindo, portanto, a colocação de peças originais e serviços realizados em uma concessionária.

Veja, abaixo, alguns dos itens mais importantes que não podem ter suas revisões negligenciadas:

Freios

Os freios são importantíssimos para a segurança do caminhão, mantendo a eficiência das frenagens. Um problema nesses componentes pode ocasionar colisões no trânsito, derrapagens e capotamento em curvas, além de dificultar a reação adequada a objetos colocados na pista. Essas situações colocam a carga em risco tanto de assaltos, como de saques.

Por isso, uma revisão completa do sistema de freios deve ser realizada, em média, a cada 15 mil quilômetros rodados ou seis meses.

Suspensão

Problemas na suspensão podem obrigar o caminhão a parar ao forçar, em impactos com buracos e obstáculos, outros componentes como os eixos e as rodas. Além disso, a suspensão ruim torna a frenagem mais perigosa, pois muda a distribuição de peso do caminhão, e deixa o veículo menos estável, o que é muito perigoso em curvas ou manobras bruscas.

O sistema de suspensão precisa estar sempre lubrificado e o estado de conservação deve ser ótimo, sem corrosões ou partes ressecadas. Sua revisão deve ser feita junto à dos freios, a cada 15 mil quilômetros ou seis meses.

Quinta roda

A quinta roda é a responsável por prender o implemento no caminhão. Dessa forma, um problema nesse conjunto pode fazer com que o implemento tombe ou se solte no meio da viagem. É preciso conferi-lo antes de cada viagem, fazendo uma inspeção visual à procura de peças corroídas, amassadas ou rachadas. A limpeza e troca de graxa deve ser feita a cada substituição de implemento.

Rolamentos

Os rolamentos têm a função de permitir a rodagem das rodas. Se muito usados, perdem sua lubrificação e, depois de um tempo, enferrujam, geralmente pela ação da água ou de sujeira. Podem também rachar ao sofrerem grandes impactos. Essas avarias levam ao travamento do rolamento e, consequentemente da roda.

Essa situação perigosa pode causar um acidente se o caminhão estiver em alta velocidade em uma estrada e, no mínimo, fazer o veículo parar. Por isso, é importante fazer a revisão dos rolamentos a cada 10 mil quilômetros.

Óleo do motor

O óleo do motor é responsável pela lubrificação dos pistões e outras partes de atrito do motor. Além disso, ajuda na troca de calor, mantendo a temperatura ideal de funcionamento. Se o nível do óleo estiver baixo, o atrito entre as peças aumenta, superaquecendo o motor e desgastando seus componentes, o que o fará parar repentinamente.

Como será preciso deixar o motor esfriar antes de poder fazer qualquer coisa, o caminhão ficará vulnerável na beira da estrada.

Líquido de arrefecimento

O mesmo procedimento acontece com o líquido de arrefecimento, também chamado de água do radiador. Ele deve estar no nível correto e conter a mistura exata de aditivo, conforme as recomendações da montadora do caminhão. Se estiver em desacordo, a água poderá ferver e perder sua capacidade de resfriar o motor. O nível baixo do líquido de arrefecimento significa a existência de vazamentos.

A manutenção preventiva, com revisões periódicas e trocas de peças desgastadas é essencial para evitar paradas inesperadas que tornam o caminhão um alvo para criminosos. Mas há, ainda, outras formas de reduzir os riscos para a carga. Siga sua leitura, pois, no tópico abaixo, falaremos sobre isso!

Como reduzir os riscos em toda a operação?

Como já dissemos, muitos são os problemas que colocam em risco a segurança da carga. E esse risco se estende, também, para a vida do caminhoneiro e para os outros motoristas e usuários da via. Por isso, é essencial que o profissional freteiro tome algumas atitudes para reduzir a probabilidade de que esses problemas ocorram.

São cuidados que devem ser tomados durante toda a movimentação de cargas e o transporte das mercadorias, evitando as ameaças que descrevemos anteriormente neste artigo. Veja, abaixo, algumas dicas de atitudes recomendadas que separamos:

Usar somente peças originais

As peças originais possuem parâmetros de durabilidade e eficiência testados e aprovados pela montadora do caminhão, garantindo seu funcionamento adequado no conjunto mecânico. Isso significa que a probabilidade de quebras e falhas é menor, ao mesmo tempo em que força menos os outros componentes do veículo.

Portanto, é essencial que o caminhoneiro opte sempre por peças originais nas substituições das desgastadas para manter seu desempenho e evitar quebras repentinas nas viagens.

Fazer um planejamento da rota

O planejamento da rota, além de melhorar o desempenho da viagem, permite que o caminhoneiro evite áreas de risco, com histórico de ocorrência de criminalidade, pistas mal conservadas e trechos muito longos sem locais seguros de parada.

O planejamento serve, também, para conseguir todas as informações sobre a confiabilidade dos estabelecimentos como postos de combustível, oficinas e estacionamentos ao longo do caminho. Além disso, ao planejar a rota, a chance de que o caminhoneiro se perca, entrando em áreas de risco de assaltos, é menor.

Ter um responsável pelo roteiro

Utilizar a tecnologia de rastreamento e de telemetria pode trazer ótimos benefícios ao caminhoneiro, como redução de custos e melhora na eficiência das manutenções preventivas. Mas, mais do que isso, permite que haja um responsável pelo roteiro, que tenha participado do planejamento da rota e acompanhe a viagem.

Dessa forma, todo problema que o caminhoneiro tenha na estrada, em qualquer lugar e horário, é monitorado por uma pessoa de fora, responsável e capaz de tomar as providências imediatamente, avisando as autoridades e localizando o veículo.

Fazer a manutenção preventiva

Como já dissemos nos tópicos anteriores, a manutenção preventiva é essencial para evitar quebras e falhas mecânicas, reduzir a probabilidade de acidentes e tornar o veículo capaz de prosseguir mesmo com alguma avaria causada por um golpe de criminosos.

Mas, para isso, é preciso que os serviços sejam de qualidade, utilizando as ferramentas adequadas, os equipamentos corretos e peças originais, e que sejam realizados por profissionais especializados em um estabelecimento de confiança. Essas características são encontradas somente nas oficinas das concessionárias.

Saber os números de emergência

Ter sempre à mão os números de emergência das autoridades responsáveis pelas vias por onde a rota passará pode fazer toda a diferença em uma eventualidade. No caso das rodovias privatizadas, as concessionárias são as mais indicadas. Elas possuem serviços de socorro mecânico, médico e guincho e podem chegar ao local com mais agilidade.

Além disso, é preciso conhecer os números de telefones de emergência da Polícia Rodoviária Federal (191, para o caso de rodovias federais, as chamadas “BRs”), das polícias militares rodoviárias estaduais (190, para as rodovias e estradas estaduais), e dos departamentos responsáveis pelas rodovias e estradas públicas. Geralmente, os números de atendimento ao usuário se encontram nos acessos ao trecho administrado por eles.

Não ficar parado dentro do caminhão

Caso uma parada forçada seja inevitável, o ideal é que o caminhoneiro não permaneça dentro do veículo. O mais recomendado é ficar a alguns metros de distância, se possível, do outro lado da pista. Mas cuidado! A travessia de uma rodovia só deve ser feita em local de grande visibilidade e com a atenção redobrada.

Estando distante, ligue para os serviços de emergência e aguarde. Sem as chaves do caminhão e sem uma vítima como refém, fica mais difícil o roubo da carga e do veículo. A mesma dica vale, inclusive, para as cidades. Se precisar estacionar o caminhão, mesmo que por alguns minutos apenas, saia do veículo e aguarde a uma distância segura.

Como vimos, muitos são os riscos para a segurança de cargas. Desde a violência de roubos e furtos, até problemas na pista, falta de manutenção e de cuidados no acondicionamento, os problemas que ameaçam as mercadorias transportadas também trazem perigo para o caminhoneiro e os outros ocupantes das vias. Portanto, o melhor é prevenir seguindo nossas dicas de manutenção, cuidados na direção e de planejamento de suas viagens.

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